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Alcobaça integra a Rede das Cidades de Aprendizagem da UNESCO

Notícias

05 de julho 2019

Após  uma candidatura elaborada durante o 1.º trimestre de 2019, que defendia  e demonstrava o trabalho efetuado pelo Município e pelos diferentes agentes educativos que atuam no  território, Alcobaça foi reconhecida no passado dia 28 de junho, pela  UNESCO, como Membro da Rede das Cidades de Aprendizagem.

Nas  palavras da UNESCO, a Rede integra cidades capazes de responderem às  necessidades de aprendizagem dos seus cidadãos de utilizar os recursos de forma mais eficaz e assim  proporcionar oportunidades de aprendizagem, de promover a igualdade, a  justiça social, manter a coesão social e de criar uma prosperidade  sustentável. Visa promover o diálogo e a aprendizagem partilhada entre as cidades que a integram, estabelecendo laços e  parcerias, na perspetiva da Agenda 2030 e dos Objetivos de  Desenvolvimento Sustentável, especialmente o ODS 11 – Cidades e  Comunidades Sustentáveis.

O que fazem as cidades de aprendizagem?

·         Promovem uma aprendizagem inclusiva desde a educação básica ao ensino superior
·         Revitalizam a aprendizagem nas famílias e no local de trabalho
·         Melhoram a qualidade e a excelência na aprendizagem
·         Fomentam uma cultura de aprendizagem ao longo da vida


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A Rede das Cidades de Aprendizagem foi aprovada em 2013, na Declaração de Pequim sobre Aprendizagem ao Longo da Vida para todos: promover a inclusão, a prosperidade e a sustentabilidade nas suas cidade,  com o objetivo de fortalecer uma visão pioneira da aposta na educação  como caminho para a igualdade; incentivar o ambiente criativo propício à partilha de conhecimento,  cooperação e resolução coletiva de desafios; promover a melhoria do  sucesso educacional através do desenvolvimento de atividades culturais  (parceria com educação formal e não formal); desenvolver, por um lado, o espírito competitivo (individual e institucional) num  mercado global através da aprendizagem e inovação e criar conjuntamente  ferramentas para novos desafios e, por outro lado, as competências do  público, gerando um crescente e crítico sentido e reflexão sobre o ambiente que envolve isto; contribuir para o  crescimento da democratização cultural; envolvendo os diferentes  públicos no processo de construção de projetos de intervenção foram as  principais motivações para a adoção e defesa do conceito de cidade de aprendizagem.

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