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Programa

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» 14 a 20 de outubro

DIVULGAÇÃO CIENTÍFICA: HEMISPHERIUM VIAJANTE

Filmes . Projeções 360º

 

Trata-se de um projeto de divulgação científica junto de um público alargado, dos mais pequenos aos adultos, com a particularidade de oferecer uma experiência de cinema envolvente e sensorial. O Hemispherium Viajante apresenta um conjunto de filmes projetados a 360 graus centrados em temas muito diversos, sem esquecer a astronomia para todos.

  

14 a 18 de outubro » público escolar

19 a 20 de outubro » público geral - todas as idades

Sessões às 10h00, 10h45, 11h30, 12h15, 14h30, 15h15, 16h00, 16h45

Limitado a 50 pessoas/sessão

 

Aqui pode ver os nossos filmes sentado ou deitado! Porquê? Porque a projeção é hemisférica, ou seja, os filmes são projetados a 360º num teto em formato de cúpula. Uma experiência que o vai envolver por completo! Preparado?

 

10h, 11h30, 14h30 e 16h

“A menina que caminhava ao contrário”

Este é um conto sobre uma menina muito especial! Chegou num dia de primavera, depois de uma grande tempestade, através de um enorme arco-íris. Na pequena cidade fez amigos diferentes, e encantou a todos com a sua maneira original de olhar o mundo, talvez pela sua forma particular de caminhar!

Público: Infantil | 30 min.

 

10h45 e 15h15

“A noite do vampiro”

Este filme conta a história caricata de um vampiro que se tornou vegetariano! Tudo por causa de um eclipse total do Sol, que fez também com que decidisse aprender astronomia. Com a ajuda do inventor Dagoberto, o vampiro tenta desenvolver uma máquina super-poderosa que permita conhecer as profundezas do espaço. Mas será que vai conseguir?

Público: Infantil | 30 min.

 

12h15 e  16h45

“O Universo de Escher”

O filme retrata a vida e obra de Mauritz Cornelis Escher, contando com belas projeções sobre algumas das principais obras do artista, evidenciando sempre a relação estreita entre a ciência e a arte desenvolvida por Escher.

Público: Jovem-Adulto | 30 min.

 

Local: Mercado Municipal de Alcobaça

PARCERIA: EXPLORATÓRIO CIÊNCIA VIVA DE COIMBRA

 

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» 14 a 20 outubro

EXPOSIÇÃO: BRINQUEDO ÓTICO

 

Nesta exposição apresentamos Brinquedos Óticos de 1352 a.C. até ao séc. XX.

Nomeadamente: Escada de Jacob (1352 a.C.), Estereoscópio (1838), vista telescópica (séc. XIX), Zootrópio (1834), taumatrópio (1824), La Toupie de Fantoches (1881), Praxinoscópio (séc. XIX), View-Master (1939) e ainda um Caleidoscópio de proporções gigantes.

Como em todas exposições do Museu do Brincar para além dos brinquedos expostos temos ainda brinquedos para experimentar.

Os ateliês inerentes a esta exposição fazem também parte da ilusão ótica: ensinaremos a construir um Fenascitoscópio, um Taumatrópio, um Zootropio, um pequeno Cinema e a Escada de Jacob. 

 

10h00 às 18h00

Local: Mercado Municipal de Alcobaça

PARCERIA: MUSEU DO BRINCAR

 

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» 14 a 20 outubro

EXPOSIÇÃO: HERÓIS DO CINEMA E DA LITERATURA

 

Lembras-te destas personagens?

Topo Gigio (Itália1958); Egas (EUA,1968); O E.T.: O Extraterrestre  (EUA 1982); Vitinho (1986); Franjinhas (França 1963); Teletubie (Inglaterra 1997); Pato Donald (EUA 1934); Heidi (Suíça 1980). Estes e muitos mais personagens poderão ser vistos nesta exposição.

 

10h00 às 18h00

Local: Mercado Municipal de Alcobaça

PARCERIA: MUSEU DO BRINCAR

 

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» 12 a 20 outubro

VÍDEO-INSTALAÇÃO PARA 5 MONITORES

12 ATÉ AO FIM DO MUNDO

De António-Pedro / Caótica (Portugal)

 

O realizador António-Pedro (Caótica) dá continuidade aos seus projetos audiovisuais com 12 Até ao Fim do Mundo, uma vídeo-instalação produzida durante uma residência artística em Alcobaça.

12 Até ao Fim do Mundo é um alerta sobre o estado do Planeta e sobre o seu fim, tendo como pano de fundo D. Pedro e D. Inês, ansiosos pelo dia em que finalmente se reencontrarão.

 

"12 é uma criação site specific para o Jardim do Amor na cidade que nos pede para darmos lugar ao amor. Demos. O amor no seu sentido mais alargado: por uma pessoa, por muitas, pelo que se faz, pelo que se cuida, pelo que se vê, pelo que não se vê, pelo que se acredita, pelo que se defende, pelo que se cultiva, pelo que se constrói.

Entretanto, longe, mas tão perto, cientistas de todo o mundo alertam: teremos doze anos para conter um aquecimento global de consequências imprevisíveis para a Terra e todos os seus habitantes, inclusive os alcobacences.

Da janela do Jardim vê-se o mundo.

- É lindo, não é?

Doze minutos para nos lembrarmos, neste ano de 2019, do tempo que temos para mostrarmos o nosso amor pelo planeta."

 

10h00 às 12h00 e das 14h00 às 17h00 

PARCERIA: MANOBRAS – 3º FESTIVAL INTERNACIONAL DE MARIONETAS E FORMAS ANIMADAS / ARTEMREDE

Local: Central de Confluência dos Rios – Jardim do Amor

 

 

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» 18 a 31 outubro

EXPOSIÇÃO BIBLIOGRÁFICA:

SOPHIA: CENTENÁRIO DO NASCIMENTO DE SOPHIA DE MELLO BREYNER ANDRESEN (1919-2004)

 

Sophia de Mello Breyner Andresen nasceu no Porto a 6 de novembro de 1919, no seio de uma família aristocrática de tradição liberal. Era filha de Joana Amélia de Mello Breyner e de João Henrique Andresen.

Iniciou os seus estudos no Colégio Sagrado Coração de Jesus, no Porto, e veio a frequentar o curso de Filologia Clássica na Faculdade de Letras da Universidade de Lisboa entre 1936 e 1939, não chegando a conclui-lo.

Em 1946, casou com Francisco Sousa Tavares, advogado, político e jornalista, com quem teve cinco filhos.

A sua atividade literária teve inicio nos anos 40, com a colaboração nos Cadernos de Poesia de Ruy Cinatti, Tomaz Kim e José Blanc de Portugal. Embora se destaque o conjunto poético, a obra de Sophia de Mello Breyner Andresen inclui ainda ficção, contos, particularmente os infantis, teatro e ainda ensaio.

De entre a sua obra poética destacam-se Coral, publicado em 1950, Mar Novo, de 1958, Livro Sexto, de 1962, Geografia, de 1967, Navegações, de 1983, Ilhas, de 1989, Musa, de 1994 e O Búzio de Cós e Outros Poemas, de 1997.

Na ficção escreveu Contos Exemplares, em 1962, e Histórias da Terra e do Mar, publicado em 1983. Destacam-se os contos infantis: O Rapaz de Bronze, editado em 1956, A Menina do Mar, em 1958, A Fada Oriana, em 1958, O Cavaleiro da Dinamarca, em 1964, e A Floresta, em 1968. Escreveu também algumas peças de teatro publicadas pela editora Caminho: O Bojador, em 1961, Não chores minha Querida, em 1993, Filho de Alma e Sangue, em 1998,  O Azeiteiro, em 2000, e O Colar, em 2001. Escreveu ainda alguns ensaios literários em periódicos como Cidade Nova, Colóquio e Cadernos de Literatura, entre outros.

A nível nacional foi agraciada com diversos prémios e louvores oficiais, como o Grau de Grã-Oficial da Ordem de Sant’iago da Espada, a Grã-Cruz da Ordem do Infante D. Henrique e a Grã-Cruz da Ordem de Sant’iago da Espada.

Sophia de Mello Breyner Andresen foi a primeira mulher portuguesa a receber o Prémio Camões, em 1999. Recebeu ainda o Prémio 50 anos de Vida Literária, da Associação Portuguesa de Escritores, o Grande Prémio de Poesia Inasset/Inapa e o Grande Prémio Calouste Gulbenkian de Literatura para Crianças.

A nível internacional foi agraciada com a Placa de Honra do Prémio Francesco Petrarca, de Itália, e com o Prémio Max Jacob “Poesia Estrangeira 2001”, galardão francês atribuído pela primeira vez a um cidadão estrangeiro. Recebeu também o Prémio Rainha Sofia de Poesia Ibero-Americana, em 2003.

Faleceu em Lisboa, aos 84 anos, no dia 2 de julho de 2004.

 

Organização: Biblioteca Geral da Universidade de Coimbra / Centro de Literatura Portuguesa da Faculdade de Letras da Universidade de Coimbra / Rede de Bibliotecas do Concelho de Alcobaça / Município de Alcobaça

Local: Biblioteca Municipal de Alcobaça

 

 

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