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D. MARIA, A LOUCA A Barraca
com Maria do Céu Guerra, Adérito Lopes
Dona Maria, A Louca retrata os dias que antecederam a ida da rainha portuguesa para o Brasil Século XVIII, a Europa encontra-se em guerra. As tropas de Napoleão avançam pela península ibérica. A família real portuguesa não vê alternativa senão fugir rumo à sua mais próspera colónia, o distante Brasil. Dentro da nau que navega rumo ao hemisfério sul encontra-se Dona Maria, antiga rainha portuguesa que no momento dessa viagem sustentava sua posição de nobreza como mãe de Dom João e sogra de Carlota Joaquina, respectivamente rei e rainha de Portugal. Inconformada com o que o destino lhe reservou, afinal de contas não tinha como desejo passar os seus últimos dias de vida no país tropical, ela teve claras alterações de comportamento que lhe renderam o apelido de Dona Maria, A Louca. O desprezo pelo Brasil, o choque para com a Revolução Francesa, a morte do Rei Luís XVI e sua esposa Maria Antonieta, fazem parte de algumas das suas memórias a bordo. Sua única testemunha é a fiel dama de companhia Aia Joaninha, que nada mais faz do que o papel de simples ouvidora dos lamentos de Maria, outrora também chamada de A Piedosa, graças a sua devoção religiosa. No entanto, a sua fé não impediu que fosse acometida de doença mental, que levou ao seu trágico fim. No dia 20 de Março de 1816, ela comete suicídio ao se jogar ao mar do cais da Praça XV, na cidade do Rio de Janeiro.
Texto Antônio Cunha Encenação Maria do Céu Guerra Elenco Maria do Céu Guerra, Adérito Lopes Direcção Plástica, Cenografia e Figurinos José Costa Reis Assistência de encenação Marta Soares Adereços Nuno Elias Desenho de Luz Luis Viegas Operação de Luz Fernando Belo Sonoplastia e operação Ricardo Santos Relações Públicas e Produção Inês Costa Secretariado Maria Navarro Costureira Alda Cabrita Montagem Mário Dias Ilustração cartazm José Costa Reis Design Gráfico Inês Costa Fotografias MEF – Movimento de Expressão Fotográfica
100m | M/12 Bilhetes: 5€
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